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Displasia coxofemoral necessita sempre de cirurgia?
A displasia coxofemoral não necessita sempre de intervenção cirúrgica, e a decisão terapêutica deve ser individualizada, baseada na idade do paciente, no grau de incongruência articular, na presença e intensidade da dor, no nível de osteoartrose já instalada e na resposta ao tratamento clínico.

Felipe Garofallo
12 de fev.3 min de leitura


Como é o pós-operatório de cirurgias para displasia coxofemoral
Nas primeiras 24 a 72 horas após a cirurgia, o foco principal é o controle da dor e da inflamação. A analgesia multimodal é amplamente recomendada, combinando anti-inflamatórios não esteroidais, opioides e, quando indicado, fármacos adjuvantes como gabapentina.

Felipe Garofallo
12 de fev.4 min de leitura


Como é feito o diagnóstico da displasia coxofemoral em cães
O primeiro passo para o diagnóstico é a anamnese detalhada. Nessa fase, o médico-veterinário investiga informações como idade, raça, histórico familiar, ritmo de crescimento, tipo de alimentação, nível de atividade física e evolução dos sinais clínicos.

Felipe Garofallo
10 de fev.3 min de leitura


Quando a cirurgia é indicada na displasia coxofemoral
A indicação cirúrgica na displasia coxofemoral em cães não depende apenas da presença da doença, mas do impacto funcional que ela provoca na vida do animal. A displasia é uma condição de desenvolvimento da articulação do quadril, caracterizada por incongruência articular, frouxidão ligamentar e, com o passar do tempo, evolução para osteoartrose. Muitos cães apresentam alterações radiográficas compatíveis com displasia, mas nem todos desenvolvem dor significativa ou limitação

Felipe Garofallo
10 de fev.3 min de leitura


Tipos de cirurgia para displasia coxofemoral em cães
Quando o tratamento conservador não é suficiente para controlar a dor e preservar a qualidade de vida do animal, a intervenção cirúrgica passa a ser uma alternativa importante. A escolha do tipo de cirurgia depende de fatores como idade do paciente, grau de degeneração articular, intensidade dos sinais clínicos, porte do cão e expectativas do tutor.

Felipe Garofallo
10 de fev.3 min de leitura


Quando o raio-x é indicado para investigar displasia coxofemoral?
Essa abordagem é especialmente importante quando o objetivo é o diagnóstico antecipado para adoção de medidas conservadoras, como controle de peso, ajustes de exercício, fisioterapia e suplementação, ou até para considerar cirurgias preventivas em casos selecionados. Quanto mais cedo a displasia é identificada, maior a chance de retardar ou minimizar a progressão da doença articular degenerativa.

Felipe Garofallo
5 de fev.3 min de leitura


Acidentes domésticos em cães: como prevenir, identificar riscos e agir corretamente
Um dos acidentes mais frequentes dentro de casa está relacionado a quedas e escorregões. Pisos lisos, como porcelanato e cerâmica, aumentam significativamente o risco de o animal perder a aderência, especialmente em cães idosos, filhotes ou com doenças ortopédicas pré-existentes, como displasia coxofemoral ou artrose.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


Displasia coxofemoral em cães: por que a doença pode passar despercebida no exame clínico
Com o passar do tempo, muitos cães desenvolvem adaptações biomecânicas que também dificultam o reconhecimento clínico da doença. Em animais adultos, o fortalecimento da musculatura glútea e da coxa pode oferecer uma estabilidade funcional parcial à articulação, reduzindo a manifestação de dor durante o exame físico.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


Como diferenciar displasia coxofemoral de outras causas de claudicação
Um dos primeiros pontos importantes é a idade de início dos sinais clínicos. A displasia coxofemoral costuma se manifestar de forma bimodal: em cães jovens, geralmente entre quatro e doze meses, associada à frouxidão articular, e em cães adultos ou idosos, quando já existe osteoartrose secundária.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


A importância do diagnóstico precoce da displasia coxofemoral
Quando identificada precocemente, ainda na fase jovem, a displasia coxofemoral pode ser manejada de forma muito mais eficiente. Nessa fase, antes do estabelecimento de alterações degenerativas irreversíveis, o foco do tratamento é atuar sobre a biomecânica articular, reduzir a instabilidade e modular a progressão da doença.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


Displasia coxofemoral em cães idosos: ainda vale investigar?
A displasia coxofemoral é frequentemente associada a cães jovens ou de meia-idade, o que leva muitos tutores a acreditarem que, em cães idosos, investigar essa condição já não faria sentido. No entanto, essa é uma percepção equivocada.

Felipe Garofallo
30 de jan.3 min de leitura


Quais raças de cães têm maior risco de displasia coxofemoral?
Entre as raças mais associadas à displasia coxofemoral estão os cães de grande porte e crescimento rápido. O Pastor Alemão é, historicamente, uma das raças mais citadas nos estudos sobre o tema. Sua conformação corporal, associada à seleção genética inadequada ao longo de décadas, fez com que a displasia se tornasse relativamente comum dentro da raça.

Felipe Garofallo
30 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral em cães: causas genéticas e fatores ambientais
A displasia coxofemoral é uma das doenças ortopédicas mais comuns em cães, especialmente em raças de médio e grande porte, e representa uma das principais causas de dor crônica, claudicação e limitação funcional dos membros pélvicos.

Felipe Garofallo
30 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral pode surgir em cães jovens?
A displasia coxofemoral é frequentemente associada a cães idosos, mas essa associação não reflete a realidade da doença. Trata-se de uma enfermidade do desenvolvimento, com forte base genética, que pode se manifestar ainda na fase jovem do animal, muitas vezes antes mesmo de completar um ano de idade.

Felipe Garofallo
27 de jan.3 min de leitura


Diferença entre displasia coxofemoral leve, moderada e grave
Esse fator acontece porque o diagnóstico não se limita a dizer se o animal “tem ou não tem” displasia, mas envolve uma graduação que reflete o grau de alteração anatômica da articulação do quadril e o impacto funcional dessa alteração ao longo do tempo.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral tem cura?
Trata-se de uma condição ortopédica, crônica e de base genética, em que a articulação do quadril não se desenvolve de forma adequada. O encaixe entre a cabeça do fêmur e o acetábulo é imperfeito desde cedo, o que gera instabilidade articular, microtraumas repetidos, inflamação e, com o passar do tempo, artrose progressiva.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Como a displasia coxofemoral evolui ao longo da vida do cão
Trata-se de uma alteração no desenvolvimento da articulação do quadril, na qual a cabeça do fêmur e o acetábulo não se encaixam de maneira adequada.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral é hereditária? Posso evitar nos filhotes?
Em termos práticos, isso quer dizer que um cão pode nascer com genes que favorecem a displasia, mas só desenvolver a doença clínica dependendo de como esse organismo imaturo é submetido a cargas, estímulos e nutrição ao longo dos primeiros meses de vida.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral e artrose: qual a relação entre as duas?
A artrose, por sua vez, é uma doença articular degenerativa caracterizada pela perda progressiva da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos e inflamação crônica da articulação. No contexto da displasia coxofemoral, a artrose não surge de forma espontânea, mas como resposta do organismo à instabilidade e ao estresse mecânico contínuo.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


O que é displasia coxofemoral em cães e por que ela é tão comum
Diferentemente do que muitos tutores imaginam, a displasia coxofemoral não é uma doença que surge subitamente na vida adulta. Ela se inicia ainda no período de crescimento do cão, quando ossos, músculos e ligamentos estão em formação.

Felipe Garofallo
21 de jan.3 min de leitura
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