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Displasia coxofemoral necessita sempre de cirurgia?
A displasia coxofemoral não necessita sempre de intervenção cirúrgica, e a decisão terapêutica deve ser individualizada, baseada na idade do paciente, no grau de incongruência articular, na presença e intensidade da dor, no nível de osteoartrose já instalada e na resposta ao tratamento clínico.

Felipe Garofallo
há 3 dias3 min de leitura


Como é o pós-operatório de cirurgias para displasia coxofemoral
Nas primeiras 24 a 72 horas após a cirurgia, o foco principal é o controle da dor e da inflamação. A analgesia multimodal é amplamente recomendada, combinando anti-inflamatórios não esteroidais, opioides e, quando indicado, fármacos adjuvantes como gabapentina.

Felipe Garofallo
há 3 dias4 min de leitura


Como é feito o diagnóstico da displasia coxofemoral em cães
O primeiro passo para o diagnóstico é a anamnese detalhada. Nessa fase, o médico-veterinário investiga informações como idade, raça, histórico familiar, ritmo de crescimento, tipo de alimentação, nível de atividade física e evolução dos sinais clínicos.

Felipe Garofallo
há 5 dias3 min de leitura


Quando a cirurgia é indicada na displasia coxofemoral
A indicação cirúrgica na displasia coxofemoral em cães não depende apenas da presença da doença, mas do impacto funcional que ela provoca na vida do animal. A displasia é uma condição de desenvolvimento da articulação do quadril, caracterizada por incongruência articular, frouxidão ligamentar e, com o passar do tempo, evolução para osteoartrose. Muitos cães apresentam alterações radiográficas compatíveis com displasia, mas nem todos desenvolvem dor significativa ou limitação

Felipe Garofallo
há 5 dias3 min de leitura


Tipos de cirurgia para displasia coxofemoral em cães
Quando o tratamento conservador não é suficiente para controlar a dor e preservar a qualidade de vida do animal, a intervenção cirúrgica passa a ser uma alternativa importante. A escolha do tipo de cirurgia depende de fatores como idade do paciente, grau de degeneração articular, intensidade dos sinais clínicos, porte do cão e expectativas do tutor.

Felipe Garofallo
há 5 dias3 min de leitura


Quando o raio-x é indicado para investigar displasia coxofemoral?
Essa abordagem é especialmente importante quando o objetivo é o diagnóstico antecipado para adoção de medidas conservadoras, como controle de peso, ajustes de exercício, fisioterapia e suplementação, ou até para considerar cirurgias preventivas em casos selecionados. Quanto mais cedo a displasia é identificada, maior a chance de retardar ou minimizar a progressão da doença articular degenerativa.

Felipe Garofallo
5 de fev.3 min de leitura


Acidentes domésticos em cães: como prevenir, identificar riscos e agir corretamente
Um dos acidentes mais frequentes dentro de casa está relacionado a quedas e escorregões. Pisos lisos, como porcelanato e cerâmica, aumentam significativamente o risco de o animal perder a aderência, especialmente em cães idosos, filhotes ou com doenças ortopédicas pré-existentes, como displasia coxofemoral ou artrose.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


Displasia coxofemoral em cães: por que a doença pode passar despercebida no exame clínico
Com o passar do tempo, muitos cães desenvolvem adaptações biomecânicas que também dificultam o reconhecimento clínico da doença. Em animais adultos, o fortalecimento da musculatura glútea e da coxa pode oferecer uma estabilidade funcional parcial à articulação, reduzindo a manifestação de dor durante o exame físico.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


Como diferenciar displasia coxofemoral de outras causas de claudicação
Um dos primeiros pontos importantes é a idade de início dos sinais clínicos. A displasia coxofemoral costuma se manifestar de forma bimodal: em cães jovens, geralmente entre quatro e doze meses, associada à frouxidão articular, e em cães adultos ou idosos, quando já existe osteoartrose secundária.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura
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