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Relação entre ângulo tibial e ruptura do ligamento cruzado cranial
Em cães normais, esse ângulo geralmente varia entre 22° e 26°, embora haja variação entre raças. Um ângulo maior implica em uma superfície tibial mais inclinada, o que aumenta a força de cisalhamento cranial durante o apoio do membro.

Felipe Garofallo
15 de out. de 20253 min de leitura


Toxina botulínica no controle de contraturas musculares em cães
O uso da toxina botulínica no controle de contraturas musculares em cães tem se mostrado uma ferramenta terapêutica promissora dentro da medicina veterinária, especialmente em pacientes ortopédicos e neurológicos que apresentam aumento do tônus muscular, espasticidade ou contraturas secundárias à dor crônica e imobilização prolongada.

Felipe Garofallo
13 de out. de 20253 min de leitura


Inflamação subclínica em cães: o que acontece antes da dor aparecer
Mesmo sem manifestações clínicas evidentes, alterações microscópicas e bioquímicas já estão em curso, modificando o ambiente articular e iniciando um ciclo de degradação que, se não interrompido, evolui para osteoartrite e dor crônica.

Felipe Garofallo
13 de out. de 20252 min de leitura


Como o envelhecimento afeta a lubrificação das articulações dos cães
Paralelamente, os condrócitos, responsáveis pela manutenção da cartilagem, tornam-se menos ativos e passam a produzir colágeno e proteoglicanos de menor qualidade. Isso torna a cartilagem mais rígida e menos capaz de reter água, o que compromete ainda mais sua função de absorção de impacto.

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Relação entre doenças endócrinas e degeneração articular em cães
Condições hormonais como o hipotireoidismo, o hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing) e o diabetes mellitus exercem influência direta sobre o metabolismo dos tecidos articulares, musculares e ósseos, favorecendo processos degenerativos e inflamatórios que comprometem a mobilidade e a estabilidade das articulações.

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Ultrassonografia musculoesquelética em cães
A ultrassonografia musculoesquelética tem se consolidado como uma ferramenta indispensável no diagnóstico precoce de lesões ortopédicas em cães, permitindo a avaliação dinâmica de músculos, tendões, ligamentos e articulações com alta resolução e sem a necessidade de sedação na maioria dos casos.

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Como identificar dor neuropática em cães com doenças ortopédicas
A dor neuropática em cães com doenças ortopédicas é uma condição complexa e frequentemente subdiagnosticada, pois seus sinais se misturam com os da dor inflamatória ou mecânica. A dor neuropática surge quando há lesão ou disfunção no sistema nervoso periférico ou central, fazendo com que o cérebro interprete estímulos normais, ou até mesmo a ausência deles, como dor. Esse tipo de dor é comum em pacientes com ruptura de ligamento cruzado cranial, hérnias de disco, displasia co

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Músculo poplíteo em cães
Em situações de microinstabilidade, como nas fases iniciais de insuficiência do ligamento cruzado cranial, o poplíteo tende a se tornar mais ativo e, por consequência, pode apresentar hipertrofia ou inflamação compensatória.

Felipe Garofallo
8 de out. de 20253 min de leitura


Papel do músculo poplíteo na estabilidade rotacional do joelho
Trata-se de um músculo pequeno, localizado na região caudal da articulação do joelho, cuja função é controlar a rotação da tíbia e auxiliar na flexão do joelho, atuando como estabilizador dinâmico da articulação.

Felipe Garofallo
7 de out. de 20253 min de leitura


Por que o cão com displasia de quadril muda o jeito de sentar?
Essa incongruência compromete a distribuição normal das forças de sustentação do peso corporal e leva à inflamação crônica, degeneração da cartilagem e dor. Como consequência, o cão passa a evitar posições que aumentem a pressão sobre o quadril — e o ato de sentar é uma delas.

Felipe Garofallo
7 de out. de 20253 min de leitura


Sinais sutis de dor ortopédica em cães: quando o tutor nem percebe
Em muitos casos, o cão não chega a mancar de forma evidente, mas manifesta pequenas mudanças de comportamento e postura. Tutores atentos percebem que o animal já não sobe mais no sofá como antes, evita escadas, passa a deitar em locais diferentes ou demora para se levantar após o repouso.

Felipe Garofallo
7 de out. de 20253 min de leitura


Pectus excavatum ou carinatum em gatos
O pectus excavatum e o pectus carinatum são deformidades congênitas da parede torácica observadas em gatos, caracterizadas por alterações no formato do esterno e das cartilagens costais, que comprometem a conformação do tórax e, em casos mais graves, podem afetar o funcionamento respiratório e cardiovascular.

Felipe Garofallo
6 de out. de 20253 min de leitura


Por que cães com displasia coxofemoral andam com bamboleio?
O bamboleio é, portanto, uma estratégia compensatória. Para reduzir a dor e estabilizar momentaneamente o quadril, o cão altera sua biomecânica: amplia a base de sustentação, movimenta o tronco lateralmente e utiliza mais os músculos da pelve, lombar e membros anteriores para impulsão.

Felipe Garofallo
6 de out. de 20252 min de leitura


Osteoartrite em gatos: como identificar?
Embora possa aparecer em animais jovens após traumas ou displasias, é mais comum em felinos idosos, sendo considerada parte relevante do envelhecimento. Estudos mostram que mais de 60% dos gatos acima de 6 anos apresentam alterações radiográficas compatíveis com osteoartrite.

Felipe Garofallo
1 de out. de 20253 min de leitura


Células-tronco ou PRP para doenças articulares: Qual escolher?
O PRP é obtido a partir do próprio sangue do animal, que passa por um processo de centrifugação para concentrar as plaquetas. Essas plaquetas contêm fatores de crescimento que, quando aplicados em articulações lesionadas, estimulam processos de reparo, reduzem a inflamação e melhoram a cicatrização de tecidos.

Felipe Garofallo
1 de out. de 20253 min de leitura


Como prevenir lesões ortopédicas em cães de apartamento
A vida em apartamentos se tornou cada vez mais comum para cães de diferentes portes e raças. Apesar de trazer vantagens como segurança e maior controle do ambiente, esse estilo de vida também pode aumentar o risco de determinadas lesões ortopédicas.

Felipe Garofallo
1 de out. de 20253 min de leitura


Dor de crescimento em cães: Existe?
Logo, essas são doenças ortopédicas típicas da juventude que precisam ser reconhecidas e manejadas com atenção, garantindo conforto e bem-estar ao filhote em uma das fases mais importantes de sua vida.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20253 min de leitura


Meu cachorro está pulando com três patas: o que pode ser?
Entre as causas mais comuns estão as lesões ortopédicas, como entorses, luxações e fraturas. Um salto mal calculado, uma corrida em piso escorregadio ou até uma brincadeira mais intensa podem resultar em trauma, levando o animal a suspender a pata para evitar a dor.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20253 min de leitura


Cachorro com dor pela manhã: o que pode ser?
A causa mais comum é a doença articular degenerativa (artrose), resultado do desgaste progressivo das articulações. Nela, o tutor percebe que o cão acorda rígido, levanta-se com dificuldade ou evita apoiar totalmente uma das patas, mas melhora gradativamente após caminhar ou brincar.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Pseudoartrose em cães: O que é?
Também pode ser consequência de problemas biológicos, como comprometimento da vascularização local, infecções, presença de tecido interposto entre os fragmentos ou fatores sistêmicos que prejudicam a cicatrização óssea (doenças metabólicas, desnutrição, uso prolongado de corticoides, etc.).

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura
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