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Inflamação subclínica em cães: o que acontece antes da dor aparecer
Mesmo sem manifestações clínicas evidentes, alterações microscópicas e bioquímicas já estão em curso, modificando o ambiente articular e iniciando um ciclo de degradação que, se não interrompido, evolui para osteoartrite e dor crônica.

Felipe Garofallo
13 de out. de 20252 min de leitura


Como o envelhecimento afeta a lubrificação das articulações dos cães
Paralelamente, os condrócitos, responsáveis pela manutenção da cartilagem, tornam-se menos ativos e passam a produzir colágeno e proteoglicanos de menor qualidade. Isso torna a cartilagem mais rígida e menos capaz de reter água, o que compromete ainda mais sua função de absorção de impacto.

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Relação entre doenças endócrinas e degeneração articular em cães
Condições hormonais como o hipotireoidismo, o hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing) e o diabetes mellitus exercem influência direta sobre o metabolismo dos tecidos articulares, musculares e ósseos, favorecendo processos degenerativos e inflamatórios que comprometem a mobilidade e a estabilidade das articulações.

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Ultrassonografia musculoesquelética em cães
A ultrassonografia musculoesquelética tem se consolidado como uma ferramenta indispensável no diagnóstico precoce de lesões ortopédicas em cães, permitindo a avaliação dinâmica de músculos, tendões, ligamentos e articulações com alta resolução e sem a necessidade de sedação na maioria dos casos.

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Como identificar dor neuropática em cães com doenças ortopédicas
A dor neuropática em cães com doenças ortopédicas é uma condição complexa e frequentemente subdiagnosticada, pois seus sinais se misturam com os da dor inflamatória ou mecânica. A dor neuropática surge quando há lesão ou disfunção no sistema nervoso periférico ou central, fazendo com que o cérebro interprete estímulos normais, ou até mesmo a ausência deles, como dor. Esse tipo de dor é comum em pacientes com ruptura de ligamento cruzado cranial, hérnias de disco, displasia co

Felipe Garofallo
9 de out. de 20252 min de leitura


Músculo poplíteo em cães
Em situações de microinstabilidade, como nas fases iniciais de insuficiência do ligamento cruzado cranial, o poplíteo tende a se tornar mais ativo e, por consequência, pode apresentar hipertrofia ou inflamação compensatória.

Felipe Garofallo
8 de out. de 20253 min de leitura


Papel do músculo poplíteo na estabilidade rotacional do joelho
Trata-se de um músculo pequeno, localizado na região caudal da articulação do joelho, cuja função é controlar a rotação da tíbia e auxiliar na flexão do joelho, atuando como estabilizador dinâmico da articulação.

Felipe Garofallo
7 de out. de 20253 min de leitura


Por que o cão com displasia de quadril muda o jeito de sentar?
Essa incongruência compromete a distribuição normal das forças de sustentação do peso corporal e leva à inflamação crônica, degeneração da cartilagem e dor. Como consequência, o cão passa a evitar posições que aumentem a pressão sobre o quadril — e o ato de sentar é uma delas.

Felipe Garofallo
7 de out. de 20253 min de leitura


Sinais sutis de dor ortopédica em cães: quando o tutor nem percebe
Em muitos casos, o cão não chega a mancar de forma evidente, mas manifesta pequenas mudanças de comportamento e postura. Tutores atentos percebem que o animal já não sobe mais no sofá como antes, evita escadas, passa a deitar em locais diferentes ou demora para se levantar após o repouso.

Felipe Garofallo
7 de out. de 20253 min de leitura
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