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Displasia coxofemoral e artrose: qual a relação entre as duas?
A artrose, por sua vez, é uma doença articular degenerativa caracterizada pela perda progressiva da cartilagem, remodelação óssea, formação de osteófitos e inflamação crônica da articulação. No contexto da displasia coxofemoral, a artrose não surge de forma espontânea, mas como resposta do organismo à instabilidade e ao estresse mecânico contínuo.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


O que é displasia coxofemoral em cães e por que ela é tão comum
Diferentemente do que muitos tutores imaginam, a displasia coxofemoral não é uma doença que surge subitamente na vida adulta. Ela se inicia ainda no período de crescimento do cão, quando ossos, músculos e ligamentos estão em formação.

Felipe Garofallo
21 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral dói sempre? Entenda os sinais silenciosos
Na prática clínica, essa é uma das maiores armadilhas quando falamos dessa condição. A displasia coxofemoral nem sempre dói de forma óbvia, mas quase sempre causa algum grau de desconforto, limitação funcional ou dor crônica adaptativa.

Felipe Garofallo
21 de jan.3 min de leitura


Cinco queixas mais comuns em cães com displasia coxofemoral
Em geral, o responsável pelo cão percebe que “algo mudou” no comportamento ou na movimentação do animal e passa a relatar sinais que, isoladamente, podem parecer inespecíficos, mas que juntos formam um quadro bastante característico dessa afecção ortopédica.

Felipe Garofallo
19 de jan.3 min de leitura


Dor referida em cães: O que é?
A dor referida em cães é um fenômeno pouco compreendido pelos tutores e até subestimado na prática clínica, mas desempenha um papel importante em muitos casos de claudicação, dor crônica e alterações de comportamento.

Felipe Garofallo
11 de dez. de 20254 min de leitura


Músculo iliopsoas em cães
Essa anatomia única faz com que ele seja o principal flexor do quadril e um dos maiores responsáveis pela estabilidade da coluna lombar e da pelve. Isso significa que praticamente todos os movimentos do membro pélvico exigem a participação do iliopsoas: correr, saltar, subir escadas, iniciar a marcha, fazer curvas e até levantar do repouso.

Felipe Garofallo
11 de dez. de 20254 min de leitura


Músculo glúteo profundo em cães
Cães com disfunção do glúteo profundo frequentemente apresentam um caminhar rígido, dificuldade em realizar a rotação natural da coxa, passos curtos e uma sensação de perda de “fluidez” ao movimentar o quadril. Em alguns casos, essa disfunção se manifesta como um leve arrastar de unha, especialmente quando a articulação do quadril perde sua capacidade de centralização biomecânica.

Felipe Garofallo
11 de dez. de 20253 min de leitura


Músculo glúteo médio em cães
Em raças com predisposição a problemas ortopédicos, como os cães grandes e gigantes, a integridade desse músculo é ainda mais importante para manter o quadril alinhado e reduzir a progressão de doenças como a displasia coxofemoral. Isso ocorre porque, em animais com frouxidão articular, a cabeça do fêmur não se encaixa adequadamente no acetábulo e tende a sofrer microinstabilidades repetidas.

Felipe Garofallo
11 de dez. de 20254 min de leitura


Por que meu cachorro para durante o passeio?
Essa é uma das dúvidas mais comuns entre tutores, e a resposta quase nunca é simples. Muitos acreditam que o cão está apenas “teimoso”, cansado ou distraído, mas a verdade é que parar durante o passeio é um sinal clínico importante, que pode indicar desde questões comportamentais leves até doenças ortopédicas, neurológicas, cardíacas ou sistêmicas.

Felipe Garofallo
11 de dez. de 20253 min de leitura
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