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A importância do diagnóstico precoce da displasia coxofemoral
Quando identificada precocemente, ainda na fase jovem, a displasia coxofemoral pode ser manejada de forma muito mais eficiente. Nessa fase, antes do estabelecimento de alterações degenerativas irreversíveis, o foco do tratamento é atuar sobre a biomecânica articular, reduzir a instabilidade e modular a progressão da doença.

Felipe Garofallo
3 de fev.3 min de leitura


Displasia coxofemoral em cães idosos: ainda vale investigar?
A displasia coxofemoral é frequentemente associada a cães jovens ou de meia-idade, o que leva muitos tutores a acreditarem que, em cães idosos, investigar essa condição já não faria sentido. No entanto, essa é uma percepção equivocada.

Felipe Garofallo
30 de jan.3 min de leitura


Quais raças de cães têm maior risco de displasia coxofemoral?
Entre as raças mais associadas à displasia coxofemoral estão os cães de grande porte e crescimento rápido. O Pastor Alemão é, historicamente, uma das raças mais citadas nos estudos sobre o tema. Sua conformação corporal, associada à seleção genética inadequada ao longo de décadas, fez com que a displasia se tornasse relativamente comum dentro da raça.

Felipe Garofallo
30 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral em cães: causas genéticas e fatores ambientais
A displasia coxofemoral é uma das doenças ortopédicas mais comuns em cães, especialmente em raças de médio e grande porte, e representa uma das principais causas de dor crônica, claudicação e limitação funcional dos membros pélvicos.

Felipe Garofallo
30 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral pode surgir em cães jovens?
A displasia coxofemoral é frequentemente associada a cães idosos, mas essa associação não reflete a realidade da doença. Trata-se de uma enfermidade do desenvolvimento, com forte base genética, que pode se manifestar ainda na fase jovem do animal, muitas vezes antes mesmo de completar um ano de idade.

Felipe Garofallo
27 de jan.3 min de leitura


Diferença entre displasia coxofemoral leve, moderada e grave
Esse fator acontece porque o diagnóstico não se limita a dizer se o animal “tem ou não tem” displasia, mas envolve uma graduação que reflete o grau de alteração anatômica da articulação do quadril e o impacto funcional dessa alteração ao longo do tempo.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral tem cura?
Trata-se de uma condição ortopédica, crônica e de base genética, em que a articulação do quadril não se desenvolve de forma adequada. O encaixe entre a cabeça do fêmur e o acetábulo é imperfeito desde cedo, o que gera instabilidade articular, microtraumas repetidos, inflamação e, com o passar do tempo, artrose progressiva.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Como a displasia coxofemoral evolui ao longo da vida do cão
Trata-se de uma alteração no desenvolvimento da articulação do quadril, na qual a cabeça do fêmur e o acetábulo não se encaixam de maneira adequada.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura


Displasia coxofemoral é hereditária? Posso evitar nos filhotes?
Em termos práticos, isso quer dizer que um cão pode nascer com genes que favorecem a displasia, mas só desenvolver a doença clínica dependendo de como esse organismo imaturo é submetido a cargas, estímulos e nutrição ao longo dos primeiros meses de vida.

Felipe Garofallo
26 de jan.3 min de leitura
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