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Riscos do uso de Dorflex para cães
O uso de medicamentos humanos em cães é uma prática comum entre tutores que, na tentativa de aliviar a dor do animal, recorrem ao que têm em casa. Entre os mais lembrados está o Dorflex, um analgésico bastante utilizado por pessoas.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20253 min de leitura


Bursite em cães
Nesses casos, o tutor pode notar o aparecimento de um inchaço arredondado, mole ou firme, que aumenta gradualmente, geralmente sem dor intensa nas fases iniciais. Com o tempo, a bursa inflamada pode se tornar dolorosa, mais endurecida e até ulcerar, principalmente quando há atrito contínuo com o solo.
O diagnóstico é feito a partir do exame clínico, associado a exames de imagem, como radiografias e ultrassonografia, que ajudam a diferenciar a bursite de outras afecções, como

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Meu cachorro quebrou o rabo: O que fazer?
É importante observar sinais como dor intensa, sangramento, alteração da sensibilidade na ponta da cauda, dificuldade de movimentação ou perda de controle da defecação e micção, pois esses indicam lesões mais sérias que podem comprometer a medula espinhal na região sacrococcígea.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


"Rock back" na TPLO: O que é?
A expressão “rock back” na cirurgia de TPLO (osteotomia de nivelamento do platô tibial) é utilizada por muitos cirurgiões para descrever uma complicação radiográfica em que o ângulo do platô tibial, previamente corrigido no transoperatório, parece “voltar” ao valor próximo do original após algum tempo de pós-operatório.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20253 min de leitura


Tudo sobre Anaplasmose canina
A anaplasmose canina é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Anaplasma, transmitidas pela picada de carrapatos, principalmente o carrapato marrom (Rhipicephalus sanguineus), que também é vetor de outras enfermidades, como a erliquiose.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Anaplasma spp: O que é?
O diagnóstico da anaplasmose é um desafio porque os sinais clínicos são inespecíficos e podem se confundir com outras doenças transmitidas por carrapatos, como a erliquiose e a babesiose. O hemograma geralmente mostra trombocitopenia, e em alguns casos é possível identificar mórulas intracitoplasmáticas em neutrófilos (A. phagocytophilum) ou plaquetas (A. platys), embora essa visualização não seja sempre possível.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Tudo sobre Erliquiose canina
Portanto, a erliquiose canina é uma enfermidade séria e multifásica, cujo sucesso no tratamento depende do diagnóstico precoce e da adesão às medidas de prevenção. A conscientização dos tutores sobre a importância do controle de carrapatos é uma das principais estratégias para reduzir a incidência e a gravidade da doença.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Erlichia canis: O que é?
A doença apresenta três fases: a fase aguda, que ocorre entre 8 a 20 dias após a infecção, caracteriza-se por febre, apatia, linfadenomegalia, esplenomegalia, anorexia e petéquias decorrentes de trombocitopenia; a fase subclínica, em que o animal pode permanecer sem sinais por meses a anos, mas com alterações hematológicas persistentes, como trombocitopenia discreta; e a fase crônica, que representa a forma mais grave, marcada por pancitopenia, anemia, sangramentos espontâneo

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Leishmaniose cutânea em cães
Embora a leishmaniose visceral seja a apresentação mais discutida devido ao seu impacto sistêmico e zoonótico, muitos cães desenvolvem lesões predominantemente cutâneas, que podem variar em intensidade e extensão, sendo um dos sinais mais característicos da doença no dia a dia da clínica veterinária.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura
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