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PCR ou sorologia? Qual pedir?
É o exame de eleição em situações em que a rapidez e a precisão são fundamentais, como na suspeita de erlichiose, babesiose, anaplasmose, cinomose ou parvovirose, principalmente nos estágios iniciais. Outra vantagem é que a PCR evita falsos-positivos relacionados a vacinação prévia ou exposição antiga, já que confirma a presença do agente ativo.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


ELISA em cães: O que é?
Trata-se de um método imunológico baseado na ligação altamente específica entre antígeno e anticorpo, associada a uma reação enzimática que gera uma mudança de cor visível, permitindo identificar a presença ou ausência do agente pesquisado. A técnica é considerada sensível, relativamente rápida e acessível, sendo amplamente empregada na rotina clínica veterinária.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


RIFI em cães: O que é?
Além disso, é aplicada na detecção de anticorpos contra agentes como Ehrlichia canis (erliquiose), Babesia spp. (babesiose), Anaplasma spp. (anaplasmose) e Brucella canis (brucelose). Sua sensibilidade e especificidade são geralmente altas, embora possam variar conforme a fase da doença, a qualidade dos antígenos utilizados e a interpretação técnica

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Stress shielding em cães
O fenômeno conhecido como stress shielding em cães refere-se a uma alteração biomecânica que ocorre quando um implante ortopédico assume de forma excessiva as cargas que deveriam ser transmitidas fisiologicamente ao osso.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Sorologia em cães: O que é?
Trata-se de uma ferramenta de diagnóstico indireto, já que não detecta o agente causador da doença em si, mas sim a reação imunológica do organismo frente a ele. Por essa razão, a interpretação dos resultados exige cuidado e deve sempre ser associada ao exame clínico e à história do paciente.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


TT, TP e TTPA em cães
Os testes de coagulação TT (Tempo de Trombina), TP (Tempo de Protrombina) e TTPA (Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada) são exames fundamentais para a avaliação do sistema hemostático em cães.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura


Deixar somente a placa em fraturas de radio e ulna: uma opção?
Isso é relevante em raças como galgos, em que a atividade física intensa aumenta o risco de falhas mecânicas após explante. Alguns autores argumentam ainda que, ao manter a placa, evita-se um novo procedimento cirúrgico extenso, diminuindo o tempo anestésico, a morbidade pós-operatória e o risco de infecção iatrogênica.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20253 min de leitura


Fratura de rádio e ulna em Spitz Alemão: Como tratar?
As fraturas de rádio e ulna em cães de raças toy e miniatura, como o Spitz Alemão, representam um desafio frequente na ortopedia veterinária. Isso ocorre porque esses animais possuem ossos mais finos e frágeis, predispostos a lesões mesmo após traumas de baixa energia, como quedas do colo ou do sofá.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20253 min de leitura


Lordose em cães: O que é?
Embora a coluna dos cães apresente naturalmente curvas fisiológicas que auxiliam na absorção de impacto e na distribuição do peso corporal, a lordose ocorre quando essa curvatura se torna exagerada, passando a ser considerada uma condição patológica.

Felipe Garofallo
20 de set. de 20252 min de leitura
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