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Tendinite em cães

A tendinite em cães é uma condição ortopédica que, embora comum, pode gerar desconforto significativo para o seu cão. Na busca por garantir o bem-estar dos pets, é essencial entender os sinais, realizar um diagnóstico preciso e proporcionar os cuidados adequados. Vamos explorar mais sobre a tendinite canina e como lidar com essa condição.



A tendinite é caracterizada pela inflamação dos tendões, estruturas responsáveis por conectar músculos aos ossos. Em cães, essa inflamação pode ser desencadeada por diversos fatores, incluindo atividade física excessiva, envelhecimento, lesões traumáticas ou predisposição genética. A condição pode afetar qualquer parte do corpo onde haja tendões, resultando em dor, inchaço e, por vezes, dificuldade de movimentação.

Sintomas


Identificar a tendinite em cães requer atenção aos sinais. Os animais podem manifestar claudicação, mancando ou evitando usar a pata afetada. O local afetado pode estar sensível ao toque, e em alguns casos, é possível observar inchaço. A tendinite também pode levar a uma diminuição na amplitude de movimento e relutância em realizar certas atividades.

Diagnóstico


Um diagnóstico preciso é fundamental para determinar o tratamento mais adequado. Veterinários especializados em ortopedia utilizam uma combinação de exames físicos, e em alguns casos, procedimentos de imagem, como radiografias e ultrassonografia, para avaliar a extensão da tendinite e identificar possíveis lesões associadas. Em outros casos, exames como tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser solicitados.


Tratamento O tratamento da tendinite em cães pode variar de acordo com a gravidade da condição. Em casos leves, repouso, fisioterapia e medicamentos anti-inflamatórios podem ser suficientes para promover a recuperação. Em situações mais complexas, intervenções cirúrgicas podem ser necessárias para reparar danos nos tendões.

Prevenção


Prevenir a tendinite em cães muitas vezes envolve um equilíbrio adequado entre exercício e descanso. Evitar esforços excessivos, especialmente em raças predispostas, pode ser crucial. Além disso, manter um peso saudável e fornecer suplementos nutricionais que promovam a saúde articular pode contribuir para a prevenção de condições ortopédicas.


Referência bibliográfica


Bruce, W & Burbidge, H & Bray, Jonathan & Broome, C. (2000). Bicipital tendinitis and tenosynovitis in the dog: A study of 15 cases. New Zealand veterinary journal. 48. 44-52. 10.1080/00480169.2000.36157.


Sobre o autor

Felipe Garofallo é médico-veterinário (CRMV/SP 39.972), especializado em ortopedia e neurocirurgia de cães e gatos e proprietário da empresa Ortho for Pets: Ortopedia Veterinária e Especialidades. Agende uma consulta pelo whatsapp (11)91258-5102.

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